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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

"Rumor" - Gran Turismo 6


Kazunori Yamauchi, líder da Polyphony Digital, confirmou o que muitos já suspeitavam: Gran Turismo 6 já está em desenvolvimento. Yamauchi declarou que, mesmo assim, o quinto jogo da franquia não será esquecido, com DLCs chegando para saciar a sede dos fãs.
Em entrevista ao site IGN, Yamauchi fez o seguinte comentário: “é claro que nós já estamos trabalhando em GT6”. Em seguida, o líder da Polyphony declarou que lançará o que puder para GT5 no formato DLC, como veículos e outros itens, que devem ser adicionados a cada dois meses.
Fique ligado aqui no blog Tecnologia & Games para mais informações sobre a franquia e também para conferir o anúncio oficial de Gran Turismo 6, que possivelmente acontecerá em breve. Será que teremos que esperar mais cinco anos para a chegada do game?

Fonte de pesquisa: Baixaki Jogos

BOMBA! Confira o primeiro trailer de Grand Theft Auto V



Após tanto tempo de espera, a Rockstar Games finalmente revelou o primeiro trailer de Grand Theft Auto V! Conforme muitos rumores indicavam, o título realmente se passará na cidade paradisíaca de Los Angeles, mas que, no game, leva outro nome. Com isso, temos o retorno de San Andreas, um dos lugares mais adorados pelos fãs da série GTA..
O clipe exibe a grande diversidade de ambientes que o local traz, indo de praias até montanhas e centros urbanos. O personagem principal narra o vídeo e faz uma breve introdução à trama do game, que, mais uma vez, colocará o jogador na pele de alguém que tenta ganhar a vida, mas nem sempre do jeito mais adequado.
As plataformas ainda não foram divulgadas, mas é bem provável que o título chegue aos consoles alta definição (X360 e PS3) e também no PC. 

Confira o Trailer abaixo (Legendado) :

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games - "Preview"












Em Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games, os personagens da SEGA e da Nintendo protagonizam a franquia na qual participam de competições inspiradas nas mais diversas modalidades dos Jogos Olímpicos. Para isso, os personagens viajam com seus colegas para a capital do Reino Unido para ver quem é o atleta que irá conseguir juntar mais medalhas de ouro.
Desta vez, o game conta com quatro novas modalidades em relação à edição anterior: hipismo, canoagem, badminton e futebol. Continuando a tradição da franquia, a jogabilidade busca simular os esportes originais ao mesmo tempo em que elementos característicos (como movimentos especiais) são adicionados.


Em todos os mini games disponíveis é possível jogar sozinho ou no multiplayer com até quatro jogadores ao mesmo tempo. Ainda, além dos dezesseis personagens disponíveis (sendo metade de cada companhia), os jogadores podem preferir utilizar os seus Miis a fim de personalizar a competição.



Veja algumas ScreenShots do game : 









quarta-feira, 25 de maio de 2011

Rio: The Game - "Preview"


Os passáros de Rio dançaram no DS


Em “Rio”, o diretor brasileiro Carlos Saldanha busca apresentar a Cidade Maravilhosa ao resto do mundo com a história da ararinha azul que não sabia voar. No filme, Blu (que foi criado em uma pequena cidade do Minnesota) é levado para o Rio de Janeiro para conhecer Jade, a última ararinha-azul fêmea do mundo, em uma tentativa de impedir a extinção de sua espécie. O problema começa quando o casal de aves é levado por traficantes que planejam contrabandeá-los para o exterior.
Assim como acontece com a maioria dos filmes e animações infantis de grande porte, não demorou muito para que a história dos pássaros tropicais chegasse aos video games em diversas plataformas, incluindo o Nintendo DS.
No portátil da “Big N”, Rio: The Game acompanha a saga de Blu com uma jogabilidade que mescla o gênero rítmico com o de plataforma, uma combinação interessante e já vista anteriormente em jogos como Maestro! Jump in Music.
No caso da adaptação realizada pela THQ, o desafio consiste em acompanhar Blu pelos cenários ao mesmo tempo em que se acerta no tempo certo alvos que fazem com que a melodia de cada estágio continue afinada.
Com o decorrer da aventura, a jogabilidade é adaptada de acordo com as mudanças ocorridas na trama (como quando os dois passáros são acorrentados juntos ou quando Blu aprende a voar, por exemplo). Além disso, há desafios bônus no meio de cada estágio e quatro mini games feitos para agradar aqueles que buscam variedade.


Aprovado
Estes pássaros estão dentro do compasso
Se existe algo de que não se pode reclamar a respeito de Rio: The Game é sobre a sua sincronia com as músicas. Cada um dos alvos que devem ser atingidos pela stylus se refere a um dos instrumentos que compõem a melodia de cada fase e se encaixa perfeitamente com a música de fundo.
Há também elementos do cenário que podem adicionar sonoridades específicas para um dos temas, como gatos que miam estridentemente e latas que realizam a mesma função de pratos de metal.
Além disso, as flores que devem ser coletadas por seu personagem ao longo de cada uma das fases também estão dispostas ao longo dos cenários de maneira sincronizada com cada música. Assim, fica fácil compreender qual é o melhor caminho deve ser seguido e quando se deve desviar de obstáculos sem se perder no ritmo.
Feito para os filhos, mas também é legal para os pais
Embora seja direcionado para os pequenos, Rio: The Game consegue apresentar um mínimo de desafio para interessar os mais crescidos. Ainda que o título consiga ficar interessante para jogadores mais avançados somente na dificuldade mais difícil (a qual é habilitada após o jogo ser terminado no nível mediano), conciliar o movimento de Blu pelos estágios sem perder uma só nota é uma tarefa que se mostra instigante e divertida.
Os pequenos, por sua vez, não terão problema algum com os comandos intuitivos do jogo e poderão controlar facilmente os personagens da animação pelas fases. Além disso, os níveis de dificuldade disponíveis desde o começo do jogo são ideais para que iniciantes consigam aprender rapidamente sem se frustrar.
Os extras divertem
Infelizmente, a campanha principal de Rio: The Game é curta demais, o que obriga os mini games presentes no jogo a serem no mínimo interessantes. Por sorte, eles conseguem cumprir o seu papel e oferecem um bom nível de diversão em doses rápidas, sendo uma boa escolha para se jogar durante a espera por um consulta médica ou no trajeto até a aula.
Em Monkey Madness, Blu e Jade enfrentam devem mandar os micos que caem no cenário de volta para onde vieram ao mesmo tempo em que coletam as notas musicais que aparecem. Como os dois estão acorrentados, é necessário movê-los para que os macacos caiam na corrente, que funciona como uma espécie de cama elástica.
O pequeno jogo também possui a função de multiplayer local. Afinal, enquanto Blu é controlado pelos direcionais, Jade é movimentada com os botões Y e A. Desse modo, duas pessoas podem jogar, cada qual com o seu pássaro.
Em Running the Bulldog, o jogador controla o cachorro Luiz, o qual deve conseguir capturar o maior número de pássaros enquanto corre ao longo das plataformas. A dificuldade deste mini game se encontra no limite de tempo, que pode ser aumentado com a coleta dos itens certos, e com os cactos que infestam o caminho e atrasam o buldogue.
Os outros dois modos extras não chegam exatamente a ser mini games com objetivos e pontuação, mas sim pequenos adicionais feitos para divertir os usuários. No primeiro deles, é possível selecionar personagens para vê-los dançando alguns passos de samba e merengue, os gêneros que comandam Rio: The Game. Quem tiver o DSi também pode colocar o seu rosto nos personagens para se ver em ritmo de carnaval.
Já o último modo apresenta uma pequena arara de estimação. É possível selecionar as cores de suas penas e afagá-la com a stylus. Mas a principal diversão com certeza é ensiná-la a falar. Basta falar ao microfone do DS para ouvir a pequena ave repetir as palavras com a sua voz esganiçada.


Reprovado
Espera um pouco, já terminei?
No momento em que os estágios começam a se tornar mais interessantes, com notas com ritmos mais quebrados e desafiadores, Rio: The Game simplesmente acaba. A campanha principal dura cerca de duas horas. Ou seja, dependendo do lugar onde se vive, é possível terminar este título no caminho de ida e volta para casa em apenas um dia.
O jogo tenta disfarçar isso fazendo com que a dificuldade mais difícil (e mais interessante) precise ser destravada, forçando desse modo que o jogador termine o game novamente. Outro truque dos desenvolvedores, melhor sucedido, se encontra na adição dos mini games já citados. Contudo, nada disso consegue salvar o game do esquecimento após ser destrinchado em, no máximo, alguns dias.
Falha na adaptação
A THQ decidiu escolher apenas algumas características do filme original (como o personagem e os cenários) para produzir o game, assim como em todas as outras adaptações feitas até hoje. Afinal, não há nem sentido em reproduzir um longa-metragem da mesma maneira como foi exibido nos cinemas.
Contudo, a companhia pecou ao decidir abandonar quase que totalmente a trama de Rio, que é apresentada aos pedaços em breves slides antes de cada fase. Algo que torna muito difícil a compreensão do que está acontecendo e que faz parecer que a presença de Blu no game possui a mesma função que teria na embalagem de algum chiclete ou bolacha: atrair fãs para vender o produto facilmente, sem se importar com a qualidade do conteúdo.
Além disso, a empresa não aproveitou muito bem a variedade de cenários apresentados no filme. Para comprovar isso, basta pensar nos estágios. Com exceção de uma fase inspirada na cena em que Blu e Jade caem em cima de uma asa delta (famosa por estar presente no trailer da animação), todos os estágios possuem três ou quatro planos de fundo com poucas variações entre si.
Rio ou Havana?
No filme, quando a dona de Blu o leva para o Rio de Janeiro, ela se surpreende com as festas e com as pessoas fantasiadas para o Carnaval. No game, há também alguns ritmos semelhantes ao samba. Porém, a maior parte dos temas presentes é de merengue ou salsa, gêneros tradicionais de outros países da América Latina, e que deixam a impressão do jogo se passar em uma eterna churrascaria.
Ainda que bem executados e que funcionem com a dinâmica do jogo, faltou um melhor trabalho de pesquisa por parte dos desenvolvedores para disfarçar a sua crença de que abaixo da linha do Equador “é tudo a mesma coisa”.
O mesmo bônus de novo. E de novo. E de novo.
Além da aventura principal de Rio ser curta, há alguns elementos que conseguem se tornar repetitivos em um curto espaço de tempo. É o caso dos bônus apresentados no meio de cada uma das fases.
Eles se alternam entre uma dança ao estilo “siga o mestre”, em que Blu deve imitar os passos apresentados pelo canário carioca Nico, e uma coleta de flores espalhadas em diversas plataformas de alturas diferentes.
No início, as tarefas conseguem divertir. Entretanto, após a quarta ou quinta vez em que elas aparecem, a vontade do jogador é de largar os controles e esperar que o desafio acabe (afinal, não é necessário acertar tudo para continuar).
Parece que após ter percebido que criou um título curto demais, a THQ roubou alguns estágios bônus e os transformou em mini games. Desse jeito, poderia então afirmar que sua obra possui um mínimo de variedade. O lado ruim, que a empresa parece ter ignorado, é que a experiência da campanha principal acabou, dessa forma, se tornando enjoativa


Vale mesmo a pena?
Rio: The Game oferece um jogabilidade interessante misturando o gênero de plataforma com os jogos musicais. Não é algo inovador, mas há poucos títulos dentro do estilo e este consegue oferecer uma boa experiência, pelo menos enquanto ela dura.
Afinal, o maior problema de Rio é a pequena extensão de sua campanha, a qual não consegue ser compensada pelas modalidades extras. Além disso, alguns detalhes cansam o jogador, como a falta de fidelidade na adaptação do filme, a ausência de músicas genuinamente brasileiras e a repetição de cenários e de alguns desafios.
Desse modo, Rio: The Game pode ser recomendado no máximo para um aluguel, pois tudo o que oferece se esgota em questão de, no máximo, alguns dias. Para quem quiser realmente se divertir com as aventuras de Blu e seus amigos, é muito mais recomendável assistir ao filme que originou este game.
Confira um trailer do game:

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Street Fighter X Tekken "Preview"



Duas franquias consideradas como rivais, dentro do gênero de luta, unem forças para levar os fãs ao delírio. Em Street Fighter X Tekken, os jogadores terão a oportunidade única de comandar os duelos entre personagens dos jogos criados pela Capcom e pela Namco, respectivamente.
Street Fighter X Tekken utiliza o motor gráfico de Super Street Fighter IV, trazendo consigo todos os efeitos que tornaram o quarto capítulo da franquia tão popular, a exemplo dos sistemas de partículas para os golpes e da animação facial exagerada dos personagens, que faz com que eles respondam aos ataques com muitas caretas.
Tendo sido desenvolvido pela Capcom, Street Fighter X Tekken adota a jogabilidade bidimensional, com os personagens se deslocando em direções fixas. Os personagens de Tekken foram adaptados, ganhando combos fechados que são executados por meio de comandos especiais.
Entretanto, Tekken também influencia o universo da Capcom, afinal, o game traz novidades como um sistema de recuperação mais flexível, permitindo que os personagens rolem para frente ou para trás, por exemplo. Há também um sistema tag, o qual permite a troca entre os personagens no meio da luta. Os demais integrantes da equipe podem, inclusive, auxiliar na execução dos ataques especiais.
Algumas ScreenShots do game:










Fonte de texto : Baixaki Jogos

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Driver: San Francisco - E3 2010 - "Preview"


Esquentando os pneus para um retorno triunfal




Driver é uma daquelas séries que dispensa uma apresentação. Os veteranos dos games, que viveram na época do saudoso PlayStation original, provavelmente devem se lembrar de toda a ação que o jogo trouxe ao console. Corridas em alta velocidade, perseguições e muitos eventos que mais tarde veríamos somente no lendário Grand Theft Auto III.
Um jogo inovador, que acabou recebendo uma sequência ainda mais interessante que a primeira iteração. Driver 2 chegou com ainda mais fôlego, consolidando várias mecânicas novas e consolidando a série como uma das mais respeitadas da época.

Contudo, nem toda perseguição acaba bem. Infelizmente, a Reflections Interactive, hoje conhecida como Ubisoft Reflections, acabou ficando sem comb ústivel ao lançar Driv3r, o terceiro jogo da série. A crítica simplesmente massacrou o game, devido, principalmente, a ausência de várias habilidades de Tanner, personagem principal do game, e problemas com a inteligência artificial. O pneu estava queimado e o futuro da série Driver parecia ser uma rua sem saída.
Mesmo assim, a Ubisoft decidiu investir na franquia, lançando vários jogos da série para o PSP. Infelizmente, nenhum deles conseguiu recuperar toda a aura dos primeiros games da franquia, se apresentando apenas como títulos medianos. Então, Driver já era, certo? Não exatamente.


Para a surpresa de todos, a companhia resolveu anunciar Driver: San Francisco. E a promessa é um jogo promissor, com várias mecânicas inovadoras e até mesmo a possibilidade de encarnar vários personagens diferentes durante sua jornada. A Ubisoft apresenta um novo corredor, mas será que seus pneus estão calibrados? Veremos.


Vivendo um sonho

Se você nunca ouviu falar do novo game, então vale a pena comentar um pouco sobre o pano de fundo de Driver: San Francisco. Aqui, o jogador sempre assumirá o controle de um volante e toda a trama se passa dentro da cabeça do personagem. Achou muito? Então se prepare para a surpresa.
O protagonista aqui é ninguém menos que John Tanner, que também foi o herói dos demais jogos da série, incluindo o tão famoso Driver 3. Tudo se inicia quando Jericho, um dos grandes vilões da série, foge da cadeia, obrigando Tanner a começar uma perseguição que não acabaria nada bem.

O resultado de tudo isso? Tanner sofre um terrível acidente e entra em coma. E, por incrível que pareça, é aí que toda ação realmente começa. A partir deste momento, o jogo se passa dentro do coma de Tanner.
O personagem não está realmente acordado, mas vive dentro de uma espécie de sonho em seu coma, onde tudo parece mais real que a própria realidade. A grande sacada de Driver: San Francisco está neste conceito maluco, que permite ao jogador controlar uma câmera flutuante e encarnar em outros pilotos que se encontram espalhados pela cidade.
Essa habilidade, conhecida como Shift, permite que o jogador participe das diversas missões oferecidas pelo game. Quer um exemplo? Você pode entrar no corpo de um piloto de ambulância e ter como objetivo levar seu paciente até o hospital. Achou pouco? Então que tal assumir a pele de um nerd dirigindo um carro esportivo que quer apenas assustar o passageiro que o acompanha. Isso é insano e isso é Driver: San Francisco.

Intensidade garantida
Quando você volta para Tanner, o nível de intensidade não diminui. O jogador normalmente está acompanhado de um parceiro e pode explorar a cidade de diversas maneiras, arrebentando placas, correndo contra pedestres e saltando com rampas improvisadas.
Tudo isso acompanhado por um diálogo característico dos filmes B e uma trilha sonora que mistura os instrumentais dos anos 1970 com alguns elementos contemporâneos. Destaque para as falas de Tanner, que fazem o personagem parecer ter saído diretamente de grandes clássicos do cinema alternativo.

Driver: San Francisco tem tudo para ser um jogo divertido, embora não pareça ser tão ambicioso quanto Grand Theft Auto IV, por exemplo. Mesmo assim, a Ubisoft Reflections está apostando em conceitos novos e gerando uma atmosfera bacana para o título, que deve oferecer uma bela experiência cinematográfica. Manobras, carros a serem desbloqueados, perseguições e os personagens mais bizarros chegam às lojas no dia 30 de agosto deste ano, marcando o retorno da série com Driver: San Francisco.
Assista o Trailer do jogo :


Esperemos que seja tão bom quanto o Driver 2 do PS1!!!!

Fontes de texto : Baixaki Jogos

sábado, 30 de abril de 2011

Mortal Kombat 9 - "Preview"

 
     
“
...Raiden está prestes a ser morto por Shao Kahn, e pouco antes de sofrer o último golpe, ele envia uma mensagem mental para o seu eu do passado, assim retrocedendo os acontecimentos para o Mortal Kombat 1. O Raiden do passado recebe a mensagem e não sabe o que está havendo, mas sabe que algo ruim está para acontecer. Os acontecimentos de Mortal Kombat são apagados e começa a recontar a história com um Raiden iluminado mudando o curso das coisas.”



A história do jogo mostra o Raiden dos três primeiros jogos da série (MK, MKII e MK3) tentando entender as visões e as mensagens que ele recebe de si mesmo no futuro e tentando evitar os eventos que levam à destruição de todas as realidades. Com isso, tudo que aconteceu anteriormente em Mortal Kombat, como Liu Kang vencendo o torneio e os Lin Kuei transformando pessoas em ninjas cibernéticos são apagados. Assim o jogo contará com uma versão diferente dos acontecimentos, podendo ver os antigos Ninjas Cibernéticos em forma humana e pessoas que nunca foram Ninjas Cibernéticos se tornarem um.



O jogo retorna as suas raizes, com lutas com movimentação completamente 2D, mas gráficos em 3D, onde não há mais possibilidade de se esquivar dos golpes andando para os lados e é o jogo mais rápido da série. Ao invés do clássico controle com Soco e Chute, Alto e Baixo, terá um botão pra cada membro sendo Braço e Perna, Esquerda e Direita. O jogo tem várias outras novidades como:
  • Barra Especial: É uma barra usada para fazer movimentos especiais dividida em 3 níveis que são respectivamente: tornar os golpes especiais mais fortes, poder revidar um combo com um golpe ou outro combo e o X-Ray, um combo mostrando os estragos causados pelos golpes diretamente nos ossos dos adversários, podendo tirar até 50% da vida do oponente dependendo do personagem.
  • Fatalities: O sistema de fatalities é o clássico em que se faz uma sequência de botões para finalizar o oponente com a diferença de estes novos serem muito mais sangrentos e doentios. Foi confirmado que cada personagem terá 2 fatalities.
  • Stage Fatalities: Eles estão de volta, como é mostrado quando Reptile joga Johnny Cage para o fundo da The Pit II, assim, por causa da jogabilidade 2D, terminando com as Death Traps que apareceram no Mortal Kombat Deception.
  • Combos: O sistema de combos foi reformulado quase terminando com os combos pré-programados já que agora a missão de montar o combo é do jogador. Pode-se ligar quase todos os golpes tendo poucos golpes que não tem ligação ou combos já programados e alguns personagens podem usar armas durante eles. Além disso os combos podem ser ligados com o parceiro no modo Tag-Team, assim criando sequencias únicas com 2 personagens.


Ed Boon mencionou em uma entrevista à IGN que o jogo será centrado nos personagens de Mortal Kombat, Mortal Kombat 2 e Mortal Kombat 3. "Se você tem um personagem favorito dos jogos, provavelmente você verá ele ou ela no jogo". A Tela de Seleção de Personagens possui 28 "slots", divididos em 7 colunas de 4 blocos. 26 destes slots serão destinados para a seleção dos lutadores. O 2 slots restantes encontram se na última fileira inferior, onde os dois serão para "Downloadable Content" ou conhecido como DLC. 

Na Gamescom 2010 foi revelado que cada personagem terá pelo menos dois fatalities e que eles terão pelo menos uma roupa a mais além da roupa original. Também todos os personagens poderam fazer Stage Fatalities. De acordo com Ed Boon, haverá cerca de cinquenta a sessenta fatalities incluídos no Mortal Kombat. Também foi revelado que as endings dos personagens não serão apenas imagens fixas, serão algo parecido com Graphic Novel. Os seguintes personagens foram confirmados para fazer participação no jogo: 
  • Baraka
  • Cyrax
  • Ermac
  • Goro
  • Jax
  • Jade
  • Johnny Cage
  • Kabal
  • Kano
  • Kintaro
  • Cyber Sub-zero
  • Kitana
  • Kratos (esclusivo para Playstation 3)
  • Kung Lao
  • Kurtis Stryker 
  • Liu Kang
  • Mileena
  • Nightwolf
  • Quan Chi 
  • Raiden
  • Reptile

    O jogo sairá em 2011 para PlayStation 3 e Xbox 360.

                                        










                                                                
  

Fonte : Wikipédia